Sou a mãe do João.
Foi no dia 24 de Janeiro de 2017 que o meu doce João nasceu. Um bebé muito desejado. Um bebé querido que me fez andar 8 meses com borboletas na barriga.
Cesariana marcada às 10 da manhã. Uma manhã gelada. A manhã e eu. Ansiosa por o ver e nervosa pela cirurgia a que ia ser sujeita.
Entrei no bloco de partos. Chorei como um bebé e tive medo, muito medo. A epidural foi das coisas mais horríveis a que fui sujeita. Doeu muito. A cesariana foi um procedimento violento que, embora queira ter mais um filho, dificilmente vou esquecer. Finalmente quando ouvi o "aqui está ele", o meu mundo parou. O meu João não chorou. O meu João só gemia. E levaram-no. Não peguei no meu bebé, apenas lhe dei um beijinho rápido. Disseram que o João estava mal e que ia ficar melhor. Não me lembro de mais nada. Lembro-me de estar no recobro, a tremer sem parar, com muito frio. Estive 3 horas sozinha.
Levaram-me para o quarto onde estava a minha mãe e namorado. O João estava nos cuidados intensivos, ventilado e com dificuldades respiratórias. A frieza dos enfermeiros quando perguntava pelo meu bebé aassustou-me. "Se ele estivesse bem estava ao pé de si".
Vi o meu João no final do dia. Tremia com dores, mas mesmo assim quis ir pelo meu próprio pé. E ali estava ele, cheio de tubos e fios, enfiado numa incubadora, só com uma fralda. Nem a roupa que escolhi com tanto amor para o primeiro dia de vida dele tinha vestida. Chorei muito e pedi muito para o meu bebé recuperar rápido.
Foram 4 dias em que não pude pegar nele.
Dia 29, peguei no meu João e pude trazê-lo comigo. E desde esse dia, prometi que nunca mais o vou deixar e que o vou amar para sempre.
Sou a mãe mais babada do mundo.
O meu João é a minha vida.
Foi no dia 24 de Janeiro de 2017 que o meu doce João nasceu. Um bebé muito desejado. Um bebé querido que me fez andar 8 meses com borboletas na barriga.
Cesariana marcada às 10 da manhã. Uma manhã gelada. A manhã e eu. Ansiosa por o ver e nervosa pela cirurgia a que ia ser sujeita.
Entrei no bloco de partos. Chorei como um bebé e tive medo, muito medo. A epidural foi das coisas mais horríveis a que fui sujeita. Doeu muito. A cesariana foi um procedimento violento que, embora queira ter mais um filho, dificilmente vou esquecer. Finalmente quando ouvi o "aqui está ele", o meu mundo parou. O meu João não chorou. O meu João só gemia. E levaram-no. Não peguei no meu bebé, apenas lhe dei um beijinho rápido. Disseram que o João estava mal e que ia ficar melhor. Não me lembro de mais nada. Lembro-me de estar no recobro, a tremer sem parar, com muito frio. Estive 3 horas sozinha.
Levaram-me para o quarto onde estava a minha mãe e namorado. O João estava nos cuidados intensivos, ventilado e com dificuldades respiratórias. A frieza dos enfermeiros quando perguntava pelo meu bebé aassustou-me. "Se ele estivesse bem estava ao pé de si".
Vi o meu João no final do dia. Tremia com dores, mas mesmo assim quis ir pelo meu próprio pé. E ali estava ele, cheio de tubos e fios, enfiado numa incubadora, só com uma fralda. Nem a roupa que escolhi com tanto amor para o primeiro dia de vida dele tinha vestida. Chorei muito e pedi muito para o meu bebé recuperar rápido.
Foram 4 dias em que não pude pegar nele.
Dia 29, peguei no meu João e pude trazê-lo comigo. E desde esse dia, prometi que nunca mais o vou deixar e que o vou amar para sempre.
Sou a mãe mais babada do mundo.
O meu João é a minha vida.
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